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Ampliação do ano letivo em dez dias aumenta aprendizado do aluno em até 44%, segundo estudo

Ampliação do ano letivo em dez dias aumenta aprendizado do aluno em até 44%, segundo estudo – O aumento de dez dias no ano letivo pode elevar o aprendizado do aluno em até 44% no período de um ano. É o que aponta estudo do secretário executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Ricardo Paes de Barros. O trabalho levou o Ministério da Educação (MEC) a discutir a possibilidade de ampliar a carga horária mínima das redes de ensino, que hoje tem 800 horas distribuídas em 200 dias.

Segundo Paes de Barros, a medida é importante para combater a desigualdade e tem efeito especial entre os alunos de baixa renda que não podem pagar reforço escolar ou contar com a ajuda dos pais, com baixa escolaridade, para aprender todo o conteúdo. “Ter férias muito prolongadas pode não ser a melhor ideia para um país que precisa acelerar seu desempenho em educação na velocidade em que o Brasil precisa.”

A ideia de aumentar a permanência do aluno na escola foi apresentada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, na semana passada. Entretanto, o governo ainda não definiu como será feita a mudança – se por meio da ampliação da carga horária diária ou do número de dias letivos. O assunto está sendo discutido com os secretários estaduais e municipais de Educação.

De acordo com Paes de Barros, não há estudos que comprovem cientificamente que o aumento do número de horas diárias tenha eficácia no aprendizado. Em termos de custos, ele ressaltou que pode ser mais vantajoso aumentar o número de dias, já que não é necessário ampliar ou melhorar a infraestrutura das escolas já existentes. Ele citou exemplos de países como Japão, Coreia do Sul e Israel, que têm anos letivos de 243 dias, 220 dias e 216 dias, respectivamente.

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3 comentários sobre “Ampliação do ano letivo em dez dias aumenta aprendizado do aluno em até 44%, segundo estudo

  1. É triste e lamentável ouvir a bravata das autoridades brasileiras totalmente descompomissadas com a qualidade na educação. Como poderá um professor no Brasil, exposto diariamente à violência, a jornada de trabalho estressante, a fins de semana de trabalho, a planejamentos sem fim…fazer um trabalho de qualidade. è fácil se colocar a culpa dos males sociais sobre aqueles qeu menos podem se defender. É a pá de cal na política educacional do Brasil. Queira notar que em muitos países desenvolvidos o ano letivo é inferior a 200 dias. Lamentável.

    Publicado por marcos padilha dos santos | 24/09/2011, 11:01 AM
  2. É uma vergonha o descaramento das autoridades com estas leis burocráticas e politiqueiras advindas de pessoas sem nenhum conhecimento real do Contexto Educacional cotidiano. Porém, o povo brasileiro está muito acomodadado. Utilizando sempre a desculpa “dos tempos da ditadura”, o povo se tornou apático, acomodado, desiludido, aceitando o “pão e circo” em nome de uma democracia que ainda não existe realmente e na qual ainda engatinhamos ao tentar exercê-la. Nos orgulhamos de ser um “povo pacífico”. Um povo pacífico que com sua acomodação, desilusão, com seu silêncio mata muitas pessoas dia após dia: seus sonhos, a crença num lugar melhor de se viver… a violência que não está só nos bandidos, está em nós, no nosso egoísmo cotidiano, no “enquanto não for comigo”, na nossa falta de tempo e de empatia (a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro)… Precisamos sair da ignorância que nos cega e nos torna esquecidos, especialmente na hora de votar. Aceitamos o aumento absurdo dos salários de políticos. Aceitamos comparações na Educação com países desenvolvidos como se tivéssemos as mesmas condições de trabalho e o mesmo respeito que um educador tem nestes países. Quem luta hoje é banalizado e/ou rotulado de utópico e/ou louco…mesmo que lute no seu pequeno contexto acaba sendo obrigado a se acomodar, a se corromper, a desistir de exercitar a sua cidadania… O que está acontecendo conosco? Qualquer outro povo, por muito menos já teria se unido e exigido seus direitos!!! temos que sair das redes sociais e ir para as ruas concretamente. Chega de sair para as ruas somente para pular o carnaval, apoiar movimentos gays ou lastimar a morte de crianças, jovens, entes queridos só naquele momento de dor e choque, pois, logo depois, já estamos anestesiados novamente…o que estamos esperando? Uma nova ditadura ou a concretização de uma democracia sólida e real? Sem mobilização, nesta letargia (a nova doença da sociedade moderna), jamais conseguiremos… A todos os otimistas, utópicos, românticos, atodos os que lutam cotidianamente por um mundo melhor, perdoem meu desabafo, a minha opinião pessimista, mas tão real e dolorosa…

    Publicado por Paula | 29/09/2011, 11:34 PM

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